Elisa, de Manuel Soares Traquina

17.49

de Manuel Soares Traquina

Descrição

“Os livros de Manuel Soares Traquina são histórias de amor, daquelas que talvez já não existam. Elisa não foge à regra. O autor acredita (…) que o amor, essa força mágica, quase inexplicável e capaz de nos colocar na senda do impossível, é o combustível da vida e aquilo que verdadeiramente lhe dá sentido. Todavia, a forma como o amor se manifesta, o campo onde germina, os laços que ata, os devaneios que gera, puderam e podem, tantas vezes, encaminhar os apaixonados para becos sem saída. (…) Com uma escrita elegante, escorreita, capaz de nos pôr dentro da pintura que está a criar, fazendo de nós figurantes, o pintor, perdão, escritor Manuel Soares Traquina, em Elisa, transporta-nos para a aldeia de S. Simão, no concelho de Sardoal, em meados do século XX. Uma aldeia sem estradas de acesso, com pouca ou nenhuma ligação ao exterior. (…) Este quotidiano duro, de provações continuadas, era entrecortado por momentos marcantes de sociabilidade e festa. As missas e procissões, mas também os arraiais, as festividades cíclicas e os ritos de passagem permitiam fixar o olhar no horizonte e avançar com determinação. A quebra do quotidiano fazia-se na taberna, na igreja, no terreiro onde se engendrava um baile ao toque de uma gaita de beiços, mas também junto a ribeiras e outros espaços idílicos onde se vivia a aventura de um primeiro beijo.”
In Prefácio, por José Martinho Gaspar

Manuel Soares Traquina nasceu em São Simão, uma aldeia do concelho de Sardoal, num remoto fevereiro do século passado. O seu percurso escolar decorreu em Sardoal, Abrantes e Santarém, com passagem pela Faculdade de Direito de Lisboa. Fez toda a carreira profissional na banca comercial.

É um leitor devoto dos clássicos e um cultor da palavra escrita. Tem muitos anos de colaboração na imprensa regional através de artigos de opinião.

É autor dos romances “Sortilégios”, “O Pego das Bruxas” e “Desamores”.

Na pintura tem na Natureza o modelo inspirador. Tem participado em inúmeras exposições, tanto a título individual como colectivas. A sua obra, que está representada em importantes colecções particulares, encontra-se referenciada no trabalho videográfico “Naturalismo Arte Maior”, do crítico de arte Afonso Brandão, e na obra do mesmo autor, “O Figurativo nas Artes Plásticas em Portugal no sec. XXI”.

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