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O Azulador de Hortênsias

11.90

O Azulador de Hortênsias

11.90

de Ana Paula Costa

Que parcela, das memórias que temos, foi na realidade vivida ou é uma construção? Há ou não uma narrativa com a qual crescemos e nos habituámos a conviver, acreditando ser a nossa? Por outro lado, que perguntas faríamos se pudéssemos regressar a uma capacidade de espanto primordial mas apenas presente na infância? Uma mulher e o seu terapeuta.

Descrição

Que parcela, das memórias que temos, foi na realidade vivida ou é uma construção? Há ou não uma narrativa com a qual crescemos e nos habituámos a conviver, acreditando ser a nossa? Por outro lado, que perguntas faríamos se pudéssemos regressar a uma capacidade de espanto primordial mas apenas presente na infância? Uma mulher e o seu terapeuta.

Memória e identidade. Na construção de uma identidade – nunca concluída, nunca inteiramente decifrada – que papel desempenham as memórias? Qual é a nossa ficção? E a nossa realidade? Num espaço neutro, como o terapêutico, regressamos ao nosso início também através das palavras; e são ainda elas que nos ajudam a construir uma realidade da qual julgamos fazer parte e com a qual elaborámos uma ficção privada, única, irrepetível. Toda a nossa vida vamos construindo castelos de memórias que, quando se perdem, nos retiram o sentido de identidade. E as hortênsias, as hortênsias não são azuis por elas mesmas?

Ana Paula Costa

Nasceu na ilha Terceira, em Angra do Heroísmo, em Junho de 1958. Cresceu em Lisboa e no Alentejo mas a saudade da Ilha é um factor marcante na sua vida e jamais se libertará dela.

De tudo o que já fez, só tenciona guardar o que sentiu, o que fez sentir, o que aprendeu e o que fez aprender.

Gosta de viajar, de se divertir com o trabalho e de aprender com o que a diverte. Acha que viver é cumprir uma actividade de carácter lúdico que se esgota na sua avaliação.

Não se leva demasiado a sério porque sabe que os deuses são muito distraídos. Acredita que a Arte é a única linguagem que a pode ligar ao transcendente.

Obras anteriores
“Daqui até ao Verão” (Prémio Literário Nunes da Rosa), Ed. Direcção Regional dos Assuntos Culturais dos Açores,1994
“Fotobiografia de Natália Correia”, Publicações Dom Quixote, 2005
“Nome: Natália”, Ed. Caleidoscópio, 2017

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